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terça-feira, 2 de junho de 2009

Ministro da Defesa confirma: destroços são do AF447

. terça-feira, 2 de junho de 2009
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Nelson Jobim, ministro da Defesa, confirmou nesta terça-feira (02/06) que aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) encontraram partes da aeronave da Air France que caiu no oceano Atlântico, depois de decolar na noite de domingo (31/05) do Rio de Janeiro com 228 pessoas a bordo. Os destroços foram localizados a 1.200 km de distância da cidade de Recife.

"Não há a menor dúvida que os destroços são do avião da Air France", afirmou Jobim em entrevista coletiva no Rio de Janeiro, acrescentando que o avião caiu dentro das águas territoriais brasileiras, antes do limite marítimo de Dacar (Senegal).

Ao ser perguntado sobre a possibilidade de haver sobreviventes, Jobim disse: "Até o momento não foi encontrado nenhum corpo". O ministro, que se reuniu no Rio com familiares de brasileiros presentes no avião, assegurou que ainda não há vestígios das caixas-pretas do Airbus A330.

"Caixa-preta não bóia, estamos numa região de 2.000 a 3.000 metros de profundidade", afirmou. "A descoberta terá grande dificuldade." Segundo ele, as investigações sobre a queda do avião ficarão a cargo da França, uma vez que o Airbus A330 está registrado nesse país.

O ministro afirmou ainda que os destroços visualizados e eventuais vítimas que forem encontradas serão transportados por navios da Marinha para a ilha de Fernando de Noronha e depois encaminhados para Recife.

"O que eu organizei hoje em Recife é que o que for encontrado nessa região será deslocado de navio até 250 milhas de Fernando de Noronha e resgatado de helicóptero até Fernando de Noronha", afirmou o ministro.

Cinco navios da Marinha brasileira estão a caminho da região onde os destroços foram visualizados, o primeiro chegará na quarta-feira. A Marinha francesa também enviará embarcações.

Confira mais informações sobre o acidente com aeronave da Air France aqui.

Por Milena Pessoa
milenapessoa@gmail.com

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Encontrados destroços de aeronave no oceano Atlântico

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Aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) encontraram nesta terça-feira (02/06) objetos metálicos e não-metálicos no Oceano Atlântico. Os objetos foram visualizados em dois pontos distintos, distantes 60 km entre si, a cerca de 650 km a nordeste da Ilha de Fernando de Noronha.


Teriam sido vistos uma poltrona, uma boia laranja, um tambor, objetos brancos, além de mancha de óleo e querosene, segundo a aeronáutica. Ainda não há confirmação de que sejam partes do Airbus da Air France desaparecido no caminho entre Rio de Janeiro e Paris, na noite de domingo (31/05) com 228 pessoas a bordo.

Mapa feito pela FAB mostra local onde vestígios foram encontrados

As autoridades francesas reconheceram que são escassas as possibilidades de encontrar sobreviventes, mais de 30 horas depois do acidente, ocorrido em uma zona marítima de grande profundidade, pouco mais de quatro horas depois da decolagem do Aeroporto do Galeão, no Rio.

O ministro de Transportes da França, Jean-Louis Borloo, informou que a prioridade absoluta das autoridades francesas é encontrar as caixas pretas. Segundo ele a zona onde deve ter ocorrido o desaparecimento está “quase completamente delimitada”.

Por Milena Pessoa
milenapessoa@gmail.com

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Divulgados nomes de passageiros do AF447, segundo familiares e empresas

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Segundo a Air France, o voo levava 216 passageiros e 12 tripulantes. Apesar da companhia aérea ainda não ter divulgado lista oficial com nomes dos passageiros, famílias e empresas confirmam a presença de algumas pessoas no Airbus que desapareceu na rota Rio de Janeiro – Paris no domingo, 31/05/2009. Entre professores, empresários, médicos, brasileiros e estrangeiros, estavam na aeronave:

1. Adriana Francisco Sluijs, assessora da presidência da Petrobras;
2. Agostino Cordioli, italiano. Empreendedor do ramo da construção civil;
3. Aisling Butler, médica irlandesa;
4. Alexander Paulitsch, consultor empresarial italiano;
5. Ana Carolina Rodrigues, pesquisadora da organização não governamental Viva Rio;
6. Angela Cristina de Oliveira Silva, italiana responsável pelo Centro Internacional de Orientação e Defesa da Mulher Estrangeira (Ciods);
7. Andrés Suárez Montes, engenheiro natural da província espanhola de Sevilha;
8. Antonio Augusto Gueiros, 46 anos, diretor de informática da Michelin;
9. Anna Negra, de 28 anos, espanhola, retornava de viagem de lua de mel;
10. Arthur Coakley, capitão de navio, escocês;
11. Berg Andersen, norueguês funcionário da StatoilHydro;
12. Bianca Machado Cotta, recém-formada em Medicina;
13. Carlos Eduardo Lopes de Mello, procurador federal;
14. Christine Badre Schnabl, 34, sueca;
15. Christine Pieraerts, funcionária da Michelin na França;
16. Clara Mar Amado, 32 anos, comissária de bordo argentina;
17. Claudia Degli Esposti, consultora da Agência de Desenvolvimento da Região da Emilia-Romagna (Ervet), de Bolonha, na Itália;
18. Deise Possamai, catarinense de Nova Veneza, 34 anos, funcionária pública da prefeitura de Criciúma (SC) e viajava para fazer cursos na França.
19. Eduardo César Moreno, gerente da Petrobras no Irã;
20. Erich Heine, presidente do Conselho de Administração da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), viajava a trabalho para Paris.
21. Enzo Canelletti, italiano. Marido de Angela Cristina de Oliveira Silva;
22. Francisco Eudes Mesquita Valle, marido de Maria de Fátima e pai de Paulo Valle Brito, também presentes no voo;
23. Georg Lercher, empreendedor do setor madeireiro, italiano;
24. Georg Martiner, de origem brasileira, foi adotado por uma família italiana;
25. Giovanni Batista Lenzi, italiano, deputado da Província Autônoma de Trento e Região Alto Adige, veio ao Brasil para entregar uma doação às vítimas das enchentes que atingiram Santa Catarina.
26. Gustavo Henrique Brito dos Santos, 30 anos, advogado;
27. Gustavo Peretti, funcionário brasileiro da StatoilHydro;
28. Harald Maximillian Winner, alemão de 44 anos, iria à Alemanha para providenciar os documentos necessários para se casar no Brasil, segundo sua noiva, Helen Pedroso.
29. Hilton Jadir de Souza, 50 anos, engenheiro da Petrobras e natural de Montes Claros (MG), ele ia para a Alemanha a serviço da empresa.
30. Izabela Maria Furtado Kestler, professora que leciona Literatura Alemã na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), seguia para Leipzing, na Alemanha, onde acontece um congresso na Assembleia da Sociedade Goethe-Weimar.
31. João Marques da Silva Filho, 67 anos, que pertence ao quadro de gerentes do Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco, viajava para acompanhar testes de equipamentos.
32. José Roberto Gomes, professor do departamento de administração da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC- Rio), 50 anos, embarcou no domingo para participar de um congresso em Paris.
33. José Ronnel Amorim, 35 anos, dentista, morava em Londres;
34. József Gallasz, músico húngaro
35. Júlia Chaves de Miranda Schmidt, advogada mineira;
36. Juliana Ferreira Braga de Aquino, cantora de 29 anos, mora há seis na Alemanha e veio a Brasília para visitar a família.
37. Koo Hak-rim, 40 anos, sul-coreano;
38. Kristian Berg Andersen, 37 anos, norueguês funcionário da StatoilHydro;
39. Leonardo Dardengo, 32 anos, morava em Toulouse, na França
40. Letícia Chem, gerente da Oi, 36 anos, viajava com os pais Roberto e Vera Chem para a Grécia.
41. Lucas Gagliano Jucá, 24 anos, comissário de bordo da Air France;
42. Luciana Sebá, psicóloga;
43. Luigi Zortea, prefeito de Canal San Bovo, em Trento, na Itália, também visitou o município de Gaspar (SC) para entregar doação a um centro de apoio psicossocial às vítimas das enchentes.
44. Luis Claudio Monlevad, empregado da empresa de tubulações Saint-Gobain;
45. Luis Roberto Anastácio, executivo da Michelin, fabricante de pneus, 50 anos, é presidente da empresa para a América Latina.
46. Marcela Marques Pellizon, funcionária brasileira da StatoilHydro;
47. Marcelo Parente Gomes de Oliveira, chefe de gabinete do prefeito do Rio Eduardo Paes, Marcelo Parente, 38 anos, fazia uma viagem particular com a mulher.
48. Marcia Moscon de Faria, funcionária do Tribunal de Justiça do RJ;
49. Marco Antônio Camargo Mendonça, diretor de ferros e ligas da companhia Vale do Rio Doce;
50. Maria de Fátima, arquiteta e mãe de Paulo Valle Brito;
51. Mateus Nazareth Ceva Antunes, filho de Patrícia e Octavio Augusto Ceva Antunes;
52. Moritz Koch, 54 anos, arquiteto alemão;
53. Nelson Marinho Filho, mecânico;
54. Octavio Augusto Ceva Antunes, professor do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e viajou para assistir a uma palestra.
55. Pablo Dreyfus, pesquisador da organização não governamental Viva Rio, atua em estudos sobre a produção de armas no Brasil e atualmente trabalhava no projeto de proteção a jovens que vivem em territórios vulneráveis.
56. Patrícia Nazareth Ceva Antunes; mulher do professor da UFRJ Octavio Augusto Ceva Antunes;
57. Paulo Valle Brito, empresário. Marido de Luciana Sebá;
58. Pedro Luis de Orleans e Bragança, 26 anos. Filho do príncipe Dom Antonio, ele é descendente de Dom Pedro II, e era o quarto na linha sucessória do trono. Formado em administração de empresas, mora em Luxemburgo, e estava no país para visitar os pais.
59. Philipe Schnabl, 5, filho de Christine Schnabl;
60. Rino Zandonai, diretor da Associazione Trentini Nel Mondo, o italiano veio ao Brasil para entregar uma doação às vítimas das enchentes que atingiram Santa Catarina em novembro de 2008.
61. Rita Szarvas, terapeuta ocupacional húngara;
62. Roberto Correa Chem, cirurgião plástico gaúcho de 65 anos, é diretor do banco de peles e chefe do serviço de cirurgia plástica da Santa Casa de Porto Alegre. Ele viajava com a mulher e a filha para a Grécia.
63. Silvio Barbato, maestro, ex-regente da Orquestra Sinfônica Brasileira e do Theatro Municipal do Rio, viajou para se apresentar na Ucrânia e na Itália.
64. Simone Jácomo dos Santos Elias, 40 anos, funcionária do Tribunal de Justiça do RJ;
65. Sonia Maria Esteves Amorim, funcionária do Tribunal de Justiça do RJ;
66. Valnizia Betler, 44 anos, morava em Munique;
67. Vera Chem, mulher do cirurgião Roberto Chem, é psicóloga. Ela voava com o marido e a filha para a Grécia.

Entre os ocupantes do avião - 216 passageiros e 12 tripulantes, segundo a Air France - há um bebê, sete crianças, 82 mulheres e 126 homens.

Segundo o site da companhia, estavam a bordo 58 passageiros brasileiros e 61 franceses, além de 26 alemães, 2 norte-americanos, 1 sul-africano, 1 argentino, 1 austríaco, 1 belga, 58 brasileiros, 5 ingleses, 1 canadense, 9 chineses, 1 croata, 2 espanhóis, 4 húngaros, 3 irlandeses, 1 islandês, 9 italianos, 5 libaneses, 2 marroquinos, 1 filipino, 2 poloneses, 1 romeno, 1 russo, 3 eslovacos, 1 dinamarquês, 1 estoniano, 1 gambiano, 1 sueco, 6 suíços, 1 holandês, 3 noruegueses e 1 turco. Já a tripulação era composta por 11 franceses e 1 brasileiro .

Por Milena Pessoa
milenapessoa@gmail.com

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Voo 447: pane e despressurizarão podem ser causa do desastre

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Turbulência, despressurizarão, raio e até um improvável atentado terrorista. São muitas as hipóteses para o desaparecimento do Airbus A330 da Air France, que partiu do Rio de Janeiro no domingo à noite (31/05/2009) rumo a Paris. As únicas informações até agora liberadas pelas autoridades aeronáuticas do Brasil e da França partiram do sistema Eicas (dispositivo que transmite para a companhia dados sobre o funcionamento dos motores e dos principais equipamentos do avião) que comunicaram pane elétrica e despressurizarão.

Quando o avião ainda estava sobre o Oceano Atlântico, a Air France diz ter recebido uma mensagem automática com informações de despressurização da cabine, power off (turbinas com potência mínima) e falha no sistema elétrico. No entanto, segundo especialistas, essas informações não levarão a nenhuma conclusão. Só terão relevância após serem analisadas com vários outros dados. Isoladas, essas as mensagens não são consideradas tão preocupantes.

Os Airbus são construídos sobre uma plataforma altamente informatizada, e, para investigadores militares, é remota a hipótese de que uma forte turbulência ou um raio sejam os únicos responsáveis pela provável queda da aeronave. A fuselagem dos aviões é projetada para suportar irregularidades climáticas até dez vezes piores do que as já registradas na história da aviação. As aeronaves têm uma eficiente blindagem elétrica. Uma turbulência, por mais forte que seja, também não seria suficiente para derrubar o avião.

Além do desaparecimento incomum, chama a atenção das autoridades o fato de que o sistema ELT, que emite sinais de emergência, não ter funcionado. Dentro das caixas-pretas, o ELT transmite sinais de socorro após a aeronave sofrer forte impacto. Em 2006, após se chocar com o jato Legacy, o ELT do Boeing 737 da Gol deixou de funcionar, porque o avião havia se desintegrado no ar, o que pode ter ocorrido com o A330 da Air France. O ELT pode estar em águas tão profundas que os sinais não conseguem atingir a superfície. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Gráfico com a cronologia do acidente (AFF)


Mais informações ao longo do dia e abaixo:
Helicóptero da Força Aérea deixa Cocal para auxiliar na busca de avião desaparecido
Globo.com

Por Milena Pessoa
milenapessoa@gmail.com

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Em 1ª mão: Engenheiro evita que tragédia em Cocal virasse uma catástrofe

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O rompimento da barragem Algodões I poderia ter sido uma tragédia muito pior e, em vez de sete, contar com mais de mil mortes. O principal responsável para que a tragédia não virasse uma calamidade foi um engenheiro de 68 anos, que, no dia 27 de junho, coordenava a equipe da Emgerpi que realizava trabalhos de contenção na barragem, localizada no município de Cocal (268 km de Teresina).

O engenheiro é o paraibano Roberval Correia Melo, residente em Teresina desde 1972. Ele veio para o Piauí como funcionário do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas), órgão através do qual se aposentou. Atualmente, ele integra a equipe do IDEPI (Instituto do Desenvolvimento do Piauí).

Na quarta-feira, dia 27, ao chegar à barragem, ele percebeu que o volume de água tinha aumentado muito com as intensas chuvas da véspera e que três das placas de contenção tinham se deslocado. Diante daquela situação, só havia uma providência: evacuar toda a população na área de risco – compreendendo os 30 quilômetros da barragem para baixo.

Às 9h30 da manhã, Roberval comunicou o fato à direção da Emgerpi, em Teresina, e logo às autoridades do município. A partir daí, articulou-se uma operação de guerra. O prefeito ocupou a rádio, orientando a população a sair de suas casas. Ele pedia que os donos de veículos ajudassem a remover as famílias.

Entre 10 e 16 horas, verificou-se uma angustiante movimentação. O alerta do engenheiro permitiu que quase toda a população fosse deslocada a tempo. As sete mortes contabilizadas poderiam ser bem mais se não fosse o alerta do engenheiro Correia Melo.

Segundo Roberval, o trabalho foi da equipe toda, reunindo estado e município. Ele reconhece, porém, que sem a operação de guerra daquele dia, os mortos poderiam ter passado dos mil. Como prova, ele lembra que não houve nenhuma vítima fatal em Buriti dos Lopes (281 km da capital piauiense) – já que a prefeitura do município foi avisada ainda no final da manhã do dia 27 de junho.


Quer saber mais sobre a tragédia que ocorreu na barragem Algodões I? Clique abaixo!

Jornalista renomado faz reportagem especial sobre Algodões I

Revistas nacionais repercutem desabamento de barragem no Piauí
Bebê de um ano pode ser a oitava vítima da barragem de Algodões
Engenheiro do caso Algodões I rebate acusações e se diz inocente
Ministério Público Federal realizará investigações sobre o rompimento da barragem de Algodões I
Jovem de 17 anos foi encontrada morta em Cocal
Mais de três mil desabrigados
Antes e depois - Barragem de Algodões
Governo determina o envio de uma equipe de técnicos da PCPR a Cocal
Alerta máximo no norte do Piauí
Número de vítimas do rompimento da barragem sobre para 7
Mais de mil pessoas estão ilhadas em Cocal e Buriti dos Lopes
Bombeiros buscam 2 crianças desaparecidas após rompimento de barragem no Piauí
Avião que estava em Cocal vai ajudar nas buscas do Air France


Edição: Tamires Coelho
tamirescoelho@hotmail.com

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